20 Março, 2009...2:25 pm

Mark Driscoll: a religião é repugnante

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Por Eliciano R.S.

Mark Driscoll

O jovem pastor norte-americano Mark Driscoll diz que a religião é repugnante. Afirma que ela classifica as pessoas em boas ou más e, Deus, ama aquelas que andam na linha, ou seja, as pessoas boas. Para refutar tal condição cita Romanos 5.8: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”.

Para Driscoll o Evangelho redentor também faz uma classificação. Novamente dois tipos: pessoas más arrependidas e as más não-arrependidas. Para endossar cita Romanos 3.23: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. Por isso diz que todos somos maus, a diferença está que alguns se arrependeram dos seus pecados e deixaram o passado onde ele deve ficar mesmo, para trás.

Para ilustrar sua mensagem diz que se o mundo fosse um grande faroeste todos estariam de chapeu preto, apenas Cristo teria chapeu branco.

Até aqui nada de novo. Todos aqueles que leem a Bíblia sabem que não há um justo sequer sobre a Terra: “Pois quê? Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma, pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado; Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer” (Romanos 3. 9,10).

De fato o que nos faz diferentes uns dos outros é se nos arrrependemos dos nossos maus caminhos e buscamos ao Senhor com sinceridade, esforçando-nos para obedecer-lhe: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7.14).

Mas em relação a Mark Driscoll, as atenções têm se voltado para que tipo de pessoa ele é. Tem chamado a atenção o seu jeito irreverente – para alguns – de falar em público. Dizem, inclusive, que ele faz uso de palavrões em seus pronunciamentos. A justificativa que encontraram é que “talvez por não ter se tornado cristão antes de entrar para a faculdade, ele não soubesse que não deveria falar palavrões e ser um pastor”, diz Donald Miller em seu livro Como os pingüins me ajudaram a entender Deus, segundo Alexander Fajardo escreveu em seu blog.

Sem dúvida, é um pastor polêmico, mas tem ajudado a pregar o Evangelho de Cristo puro e simples, apesar de não ser isto uma compensação para os palavrões.

Veja abaixo um vídeo legendado de uma de suas pregações:

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