
Salão de entrada da CIA
Em janeiro de 2008 foi publicado no Brasil o livro “Quem Pagou a Conta?”, da jornalista inglesa Frances Stonor Saunders. O livro é resultado de uma investigação de Frances ao longo de cinco anos sobre a “guerra fria cultural” travada pela CIA “com dólares e sofisticação”, segundo matéria de Eduardo Simões para a Folha de S.Paulo. “Na luta por corações e mentes durante os anos de Guerra Fria, a Agência Central de Inteligência dos EUA, a CIA, teve um braço armado de dólares para promover o ‘american way’ e cooptar intelectuais e artistas em sua campanha anticomunista”, escreve Simões em sua matéria.
A jornalista Saunders relata em seu livro (originalmente publicado em 1999) que artistas como Jackson Pollock, com seu expressionismo abstrato, foi um dos responsáveis pela “arte oficial” desse período. Esclarece, dentre outros pontos que, “o envolvimento da CIA na cultura foi uniformemente pernicioso e errado”.
Em entrevista à Folha de S.Paulo, quando perguntada qual a área da cultura, dentre todas, que a CIA investiu mais e o porquê, Saunders respondeu: “O programa de Guerra Fria cultural era muito abrangente, mas era em grande parte sofisticado e erudito. Ele não investiu muita energia ou dinheiro em cultura popular, mas se concentrou em atividades intelectuais -periódicos, seminários, concertos, exposições de arte- porque ele queria conquistar a elite intelectual e aproximá-la da idéia de que o futuro da liberdade estava indissociavelmente ligado aos valores americanos, ao poder americano“.
É perceptível que, quanto menos conhecimento e menos informação uma pessoa tivesse sobre o caso em questão, mais facilmente seria convencida de que realmente o “futuro da liberdade estava indissociavelmente ligado aos valores americanos”.
Outro caso, análogo a este, foi vivenciado por milhões de pessoas em todo o mundo, só que bem mais recentemente. Você, com toda certeza, já ouviu a palavra globalização. Pois bem, a globalização, também foi uma grande campanha de marketing empreendida por aqueles interessados na abertura de mercados antes fechados ou semi-fechados, concentrados em países em desenvolvimento ou emergentes. Concordando com o caso anterior, quando não preparados, podemos ser facilmente convencidos de uma idéia, e foi isso que aconteceu no mundo inteiro.
As pessoas, pari passu ao empreendimento da campanha pró-globalização, passavam a vê-la como algo fatal, ou seja, um sistema que independentemente de vontades iria se estabelecer. Pregaram que não havia saída e participar desse processo era mais que opção, seria uma necessidade imposta pelas circunstâncias.
A grande maioria da população mundial engoliu a conversa e permitiu-se que os países privatizassem parte considerável de suas empresas, pois o neoliberalismo é uma das vertentes da globalização.
No Brasil, tivemos em Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República, o arauto dessa mobilização. Em seu governo vendeu-se estatais de forma irresponsável e com grande prejuízo ao país.
Não sei se você está associando. Mas há advertência bíblica sobre a busca de conhecimento nas Escrituras Sagradas como meio de não ser enganado ou levado por qualquer “vento de doutrina”. “E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo; para que não mais sejamos meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pela fraudulência dos homens, pela astúcia tendente à maquinação do erro; antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo,…” (Efésios 4. 11-15. Grifos do editor).
Não há outra solução. Se quisermos crescer “para que não mais sejamos meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina”, só através do conhecimento. Jesus respondendo a saduceus disse: “… Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus…” (Mateus 22.29).
Mas não fica só aí. O assunto é sério e muitos outros avisos encontramos. Em Oséias 4.6, há uma repreensão forte: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos” (grifos do editor). Também em Oséias, no capítulo 6.3, ao invés de advertência, há estímulo para o estudo bíblico, para a oração, vivenciando-se assim, experiências com Deus: “Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como a chuva serôdia que rega a terra.”
Toda essa preocupação a respeito de se conhecer cada vez mais a Deus, é justificada pelas próprias profecias constantes na Bíblia. Vários versículos admoestam sobre “falsos profetas”. “Porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão sinais e prodígios para enganar, se possível, até os escolhidos” (Mateus 13.22).
Em 2ª Pedro 2.1: “Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição.”
“Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos” (Mateus 24.11).
Mateus 7.15: “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”.
Por último, um texto em 2ª Timóteo 4.3,4: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas” (grifo do editor). Ninguém precisa ser hiperatencioso para notar que essa profecia já está se cumprindo e, a um bom tempo.
Nisso tudo vemos a importância de se estudar e pregar em profundidade e amplitude o que diz as Escrituras Sagradas, a fim de que a população tenha outro parâmetro na hora de decidir aceitar determinadas idéias que, incessantemente, são veiculadas na mídia em geral e outras até mesmo em nossas igrejas.
Veja que nós, por não termos tido ou conhecido outra opção, acabamos por entender que a globalização era um processo que se tornaria real cada vez mais, independente de nossa vontade, quando na verdade se poderia adotar posicionamentos contrários, o que de fato aconteceu, mas víamos aqueles ativistas antiglobalização como alienados, loucos e idiotas, conquanto estavam apenas dizendo:”Não aceitamos o domínio dessas corporações multinacionais sobre nós.”
Da mesma forma, quando as pessoas escutam que o homossexualismo deve ser aceito naturalmente pela sociedade, a igreja deve estar presente, acolhendo o homossexual, mas rejeitando completamente a prática desse pecado, a fim de que todos percebam que existe uma forma de viver, benéfica e saudável, que nos aproxima de Cristo.
Dessa forma, a sociedade e, especificamente, nós, cristãos, não teremos que simplesmente engolir “verdades” que deturpam a essência do ser humano ou doutrinas antibíblicas. Nós teremos outra opção.


6 Comentários
12 Fevereiro, 2009 às 7:52 pm
Como dito na matéria, apenas o conhecimento que a Palavra produz em nós produz sabedoria, nos guarda dos ventos de doutrina e dos falsos profetas. e ainda nos guarda do mundanismo, das campanhas que levam as pessoas ao consumismo exagerado, a abrir mão dos valores e da ética e tudo o mais que o mundo sem Deus inventa cada dia – pois o mundo jaz no maligno.
3 Maio, 2009 às 12:53 pm
maligna eh vc!!!! bjx :* te amoo mesmo assim maligna! hehehehehehehe³³
3 Maio, 2009 às 12:23 pm
oii bebex *-*
3 Maio, 2009 às 12:24 pm
AMOO VOCEES LINDOOS <33
3 Maio, 2009 às 12:53 pm
gracinha vc é! ♥
3 Maio, 2009 às 12:54 pm
me aceitem quero participaaaaaaaaaaaaaaaaar!!